Do YouTube à Copa: como a CazéTV está transformando a forma de assistir aos jogos em 2026
A notícia de que a CazéTV transmitirá todos os jogos da Copa de 2026 foi uma das manchetes que movimentaram o mercado...
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Imagem: Reprodução / CazéTV
A notícia de que a CazéTV transmitirá todos os jogos da Copa de 2026 foi uma das manchetes que movimentaram o mercado nos últimos dias.
Muita gente deve ter pensado que o fim da TV tradicional está próximo. Outros, provavelmente, se perguntaram como isso aconteceu tão de repente. Mas o que poucos têm dito é que esse movimento não começou agora: ele vem se desenhando desde o início da última década, com a ascensão do digital.
Quem acompanha, sabe que, desde a Copa de 2022, a CazéTV vem ganhando espaço nas transmissões oficiais dos grandes eventos esportivos do mundo. No ano passado, Casimiro também garantiu seu lugar como canal oficial de transmissão dos Jogos Olímpicos de Paris e entregou uma verdadeira aula de interatividade, engajamento e construção de comunidade.
Em 2026, não poderia ser diferente. Desbancar a maior emissora de televisão do país parecia fácil. Mas, a real, é que o protagonismo da CazéTV não é um feito isolado; é um reflexo da transformação no padrão de consumo da audiência que ele enxergou e soube fazer!
Desde então, a experiência de transmissão já vinha ganhando um novo formato. Entre os intervalos da TV, as telas no YouTube, os recortes no TikTok, as reações no Instagram e as ativações em tempo real por apps, o consumo se tornou coletivo, descentralizado e comentado. E isso mudou tudo.
Se você acha que a notícia da Copa no YouTube representa o nascimento de um novo fenômeno, fique esperto: não é!
A transição da TV para o omnichannel vai muito além da discussão sobre onde preferimos assistir aos jogos. Ela fala, principalmente, sobre como as marcas estão reaprendendo a se comunicar em um mercado onde a atenção é um ativo quase de luxo, fluido e disputado.
Se antes o foco estava nas métricas de audiência das grandes emissoras e em garantir cobertura massiva para ter visibilidade, hoje o olhar mudou.
A publicidade deixou de ser o intervalo e passou a ser parte da narrativa; e os investimentos, por sua vez, acompanharam esse movimento, passando a priorizar ativações originais, experiências em tempo real, criadores que se tornam veículos de capilaridade e formatos que mesclam branding com performance.
As marcas já entenderam que não basta estar onde todo mundo está. É preciso estar onde a atenção de fato acontece. Por isso, mais do que nunca, estratégia, criatividade e dados em tempo real são fundamentais para boas tomadas de decisão.
A Copa de 2026, para mim, será o maior laboratório para observar tudo isso em ação. Um evento que irá muito além do futebol e que vai mostrar, em escala global, quais marcas entenderam o novo jogo da comunicação.
Por fim, se tem um aprendizado claro que tirei de tudo isso, é que a TV ainda tem seu papel. E continuará tendo. Mas ela já não dita, sozinha, o ritmo da comunicação de massa. E quem trabalha com isso, precisa estar sempre de olho nas tendências, nas pessoas e nos sinais que o mundo oferece o tempo inteiro.